Narcotráfico
Nos
anos de 1990, o controle militar da Amazônia retomou fôlego com o
objetivo maior de combater o narcotráfico, o termo empregado para
designar o sistema de produção e comercialização de drogas ilícitas,
sobretudo a cocaína, cuja origem é a folha de coca cultivada nos países
andinos da américa do Sul desde os tempos pré-colombianos. Porém, o aparato militar do Brasil, Perú e Colômbia não está conseguindo vencer os desafios do mundo das drogas.
A
Colômbia é, hoje, a maior produtora de folhas de coca. Para a produção
de cocaína, porém, ela precisa importar da Bolívia e do Peru os
elementos químicos necessários ao refino. Os
cultivos de coca situam-se, em sua totalidade, no lado oriental da
Cordilheira dos Andes, junto as margens dos rios quem formam a Bacia
Amazônica. Usando a malha viária com seus infinitos becos, ruas e avenidas aquáticas, a droga deixa a Colômbia, entra no Brasil e ganha o mundo.
A
Amazônia brasileira é, sobretudo, rota de passagem da droga produzida
em países vizinhos. Ao mesmo tempo, cresce o consumo de drogas,
especialmente nas grandes cidades. Impõem-se uma política de combate
eficaz ao tráfico e de prevenção ao uso da droga e de tratamento dos
químico-dependentes. As políticas públicas de prevenção e combate as drogas além de tímidas, não estão mostrando resultados eficazes.
A
manutenção da estrutura do narcotráfico, desde o plantio até a chegada
ao consumidor dependente, emprega mais de um milhão de pessoas. Um
verdadeiro exército que vive à margem da lei, envolvido em todas as
formas de violência, infliltrado em todas as instâncias oficiais. Em
geral criamos uma desconfiança da conveniência das polícias com os
envolvidos nos negócios das drogas.
Nesse mundo quem mais está perdendo são os jovens, e estão perdendo a vida. Por todo canto do país, está cada vez mais comum matarem a juventude desse mundo. Os jovens, são os que mais morrem no Brasil. E as mães, pobres mães; são, quem mais sofrem!



