domingo, 15 de junho de 2008


Michael Wilkens da Cruz Gonçalves, 29, não é só mais um funcionário público do Município de Coari. Durante muito tempo, ele foi peça fundamental no esquema de fraudes em licitações descoberto pela Polícia Federal na Operação Vorax. Das canetas usadas por ele e por, pelo menos, outros sete servidores, saíam as assinaturas que davam aparente legalidade a processos licitatórios viciados ou montados. Em entrevista a A CRÍTICA, Wilkens revela, em detalhes, como funcionava o esquema que chegou a ser feito, segundo ele, até nas dependências do prédio da Prefeitura de Coari, Município a 380 quilômetros de Manaus. Leia mais.

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