Só no futuro
A chuva do sul do Brasil chegou na terra do gás, hoje foi um intenso dia chuvoso, molhado. Nossos rios e igarapés tomaram volume d'água e andaram em correnteza.
Já na cidade do futuro, onde vivemos o presente, só bastou meio diz de chuva para ficarmos sem telefone, sem internet e sem energia. Meio dia de chuva e já entramos no caos. O futuro não sei como será, o presente está um caos.
O pior de tudo é que estamos nos acostumando a essa péssima qualidade de vida, cidade do nada, tão rica e tão mal administrada.
Queria saber para onde vai tanto dinheiro?
Durante as horas de chuva fiquei pensando no povo que mora nas baixadas e as águas da chuva se misturando as do esgoto e entrando em suas casas. Para ser direto é toda a merda cidade entrando nos lares e com essa..." " toda, aí vai tudo quanto é de bacterias, vermes e outras porcarias.
Esse é outro mal costume dos coarienses, se acostumar com porcarias, a começar com nossos políticos.
Estamos indo de mal a pior!
Para quem não sabe no tempo da chuva na nossa região, as doenças causadas por verminoses tendem a aumentar, visto que água empoçada é ótimo para a reprodução desse tipo de cadeia de vida.
A chuva começou logo cedo da manhã, esperou que na madrugada a imensa população canina, habitantes das madrugadas coarienses, depositassem nas ruas, becos e buracos suas fezes; tudo foi levado, lavado pela água vinda das nuvens. Para onde todo esse resto canino foi? Suponho que muito para as barrigas, já lombriguentas das nossas crianças.
Outra lembrança que me trouxe essa chuvada é que com toda essa água correndo por cima do nosso asfalto feito de borra do açaí de Codajás, a cidade vai ficar uma buraqueira só, mais buraco que tábua de pirulito. Ruim para os carros e motos, bom para aumentar acidentes. Agora quem anda de carro alugado pelo município, não está nem aí, não paga nem gasolina, quanto mais conserto de veículo. Assim é fácil de ganhar dinheiro, tão fácil, quanto empurrar bebo em ladeira.
Outra situação que é lembrança doída, espinho entrando na pele é saber que muita gente vive da economia dos trabalhos na agricultura nas nossas estradas e ramais, principalmente lá para as bandas depois do aeroporto, onde nem de tangue de guerra se consegue chega lá. Como essa gente vai conseguir viver de seus produtos?
Esperamos que a Coari do futuro - 100 ou 200 anos para frente - seja melhor que a do presente!
Já na cidade do futuro, onde vivemos o presente, só bastou meio diz de chuva para ficarmos sem telefone, sem internet e sem energia. Meio dia de chuva e já entramos no caos. O futuro não sei como será, o presente está um caos.
O pior de tudo é que estamos nos acostumando a essa péssima qualidade de vida, cidade do nada, tão rica e tão mal administrada.
Queria saber para onde vai tanto dinheiro?
Durante as horas de chuva fiquei pensando no povo que mora nas baixadas e as águas da chuva se misturando as do esgoto e entrando em suas casas. Para ser direto é toda a merda cidade entrando nos lares e com essa..." " toda, aí vai tudo quanto é de bacterias, vermes e outras porcarias.
Esse é outro mal costume dos coarienses, se acostumar com porcarias, a começar com nossos políticos.
Estamos indo de mal a pior!
Para quem não sabe no tempo da chuva na nossa região, as doenças causadas por verminoses tendem a aumentar, visto que água empoçada é ótimo para a reprodução desse tipo de cadeia de vida.
A chuva começou logo cedo da manhã, esperou que na madrugada a imensa população canina, habitantes das madrugadas coarienses, depositassem nas ruas, becos e buracos suas fezes; tudo foi levado, lavado pela água vinda das nuvens. Para onde todo esse resto canino foi? Suponho que muito para as barrigas, já lombriguentas das nossas crianças.
Outra lembrança que me trouxe essa chuvada é que com toda essa água correndo por cima do nosso asfalto feito de borra do açaí de Codajás, a cidade vai ficar uma buraqueira só, mais buraco que tábua de pirulito. Ruim para os carros e motos, bom para aumentar acidentes. Agora quem anda de carro alugado pelo município, não está nem aí, não paga nem gasolina, quanto mais conserto de veículo. Assim é fácil de ganhar dinheiro, tão fácil, quanto empurrar bebo em ladeira.
Outra situação que é lembrança doída, espinho entrando na pele é saber que muita gente vive da economia dos trabalhos na agricultura nas nossas estradas e ramais, principalmente lá para as bandas depois do aeroporto, onde nem de tangue de guerra se consegue chega lá. Como essa gente vai conseguir viver de seus produtos?
Esperamos que a Coari do futuro - 100 ou 200 anos para frente - seja melhor que a do presente!
Nenhum comentário:
Postar um comentário