A César o que é de César
Semana passada fui convidado por um grupo de alunos de um curso de turismo oferecido pelo Sabrae para falar sobre nossa Catedral. O tempo foi pouco, o que consegui fazer foi despertar a curiosidade do grupo para o valor histórico do prédio.
Muito me alegrei com a iniciativa da secretaria do turismos em promover cursos dessa natureza; apesar de achar que esse é uma secretaria inútil, uma vez que não temos turistas, fazendo turismo em nosso município.
O grupo de alunos, uns vinte e cinco aproximadamente, demonstraram interesses, curiosidades. Era visível que quase todos vindos da classe mais humilde e estão em busca de oportunidades que nunca virão, ao menos nesta área.
Como toda a Amazônia nosso município é de beleza sem fim, porém, não nos esqueçamos essa beleza é muito parecida em toda a Amazônia. O turista estrangeiro vem aqui para vê essa beleza, quase igual, para isso basta ficar em Manaus e já está tudo visto.
Alguns municípios do Estado conseguiram algo de original, ou porque tinham da natureza, maior exemplo nesse caso é Presidente Figueiredo, marcado pelas belissímas cachoeireas; ou porque foram criando, enfrentando todo tipo de dificuldades, e aqui Parintins, na sua festa dos bois; Manacapuru com suas cirandas e Itacoatira, com seu festival da canção, entre outros, só citando aqui os maiores, os que de fato fizeram seus eventos se transformarem em cultura e partindo daqui um evento turístico para registar no calendário da secretaria do turismo do Estado.
E em Coari o que os alunos de um curso de turismo do Sebrae tem para mostrar ao turista?
O melhor e maior evento cultural, o mais original, mais criativo e único que poderíamos apresentar ao turista e dizer que esse sim é fruto da nossa criatividade, originalmente coariense, era o nosso carnaval. Mais este foi morto e enterrado.
O carnaval coariense era o único evento que com o passar do tempo foi se configurando um carnaval diferente de outros carnavais nesse que é o país do varnaval. Seja esse o real motivo porque foi eliminado, por ser algo que podíamos apresentar e dizer eis algo que não imitamos ninguém, nossa cria.
Parabéns a secretaria de turismo e ao Sebrae pela iniciativa de formar profissionais nesta área do turismo. Agora só resta uma saída ou tragam os turistas ou devolvam nosso carnaval!
Muito me alegrei com a iniciativa da secretaria do turismos em promover cursos dessa natureza; apesar de achar que esse é uma secretaria inútil, uma vez que não temos turistas, fazendo turismo em nosso município.
O grupo de alunos, uns vinte e cinco aproximadamente, demonstraram interesses, curiosidades. Era visível que quase todos vindos da classe mais humilde e estão em busca de oportunidades que nunca virão, ao menos nesta área.
Como toda a Amazônia nosso município é de beleza sem fim, porém, não nos esqueçamos essa beleza é muito parecida em toda a Amazônia. O turista estrangeiro vem aqui para vê essa beleza, quase igual, para isso basta ficar em Manaus e já está tudo visto.
Alguns municípios do Estado conseguiram algo de original, ou porque tinham da natureza, maior exemplo nesse caso é Presidente Figueiredo, marcado pelas belissímas cachoeireas; ou porque foram criando, enfrentando todo tipo de dificuldades, e aqui Parintins, na sua festa dos bois; Manacapuru com suas cirandas e Itacoatira, com seu festival da canção, entre outros, só citando aqui os maiores, os que de fato fizeram seus eventos se transformarem em cultura e partindo daqui um evento turístico para registar no calendário da secretaria do turismo do Estado.
E em Coari o que os alunos de um curso de turismo do Sebrae tem para mostrar ao turista?
O melhor e maior evento cultural, o mais original, mais criativo e único que poderíamos apresentar ao turista e dizer que esse sim é fruto da nossa criatividade, originalmente coariense, era o nosso carnaval. Mais este foi morto e enterrado.
O carnaval coariense era o único evento que com o passar do tempo foi se configurando um carnaval diferente de outros carnavais nesse que é o país do varnaval. Seja esse o real motivo porque foi eliminado, por ser algo que podíamos apresentar e dizer eis algo que não imitamos ninguém, nossa cria.
Parabéns a secretaria de turismo e ao Sebrae pela iniciativa de formar profissionais nesta área do turismo. Agora só resta uma saída ou tragam os turistas ou devolvam nosso carnaval!
5 comentários:
não o conheço pessoalmente mas sou frequentador assiduo deste blog, suas idéias me agradam.
O padre Zezinho é o nosso guardião da sabedoria popular, parabéns por mais um texto e quando o Padre faz a pergunta:
E em Coari o que os alunos de um curso de turismo do Sebrae tem para mostrar ao turista?
A não ser as praças mal conservadas ou obras públicas, pois as nossas estradas estão emprestáveis para um passeio turístico no Itapéua, no Guarabira ou Campinas (Mamiá) e no Igarapé do Jacitara e outros locais bacanas de visitas turísticas.
As outra praias como Jurupari e Freguezia não tem conservação.
A cultura coariense, nos últimos 9 anos, está resumida na Festa do Gás Natural e no Axé Music da Bahia.
E, com o Senhor diz: "O melhor e maior evento cultural, o mais original, mais criativo e único que poderíamos apresentar ao turista e dizer que esse sim é fruto da nossa criatividade, originalmente coariense, era o nosso carnaval. Mais este foi morto e enterrado."
Desde 2001, esses VAMPIROS vem acabando com a cultura coariense e de cara detonaram a Festa da Banana.
Por isso Padre Zezinho que Coari/AM não tem identidade cultural, pois esses VAMPIROS não gostam de Coari/AM.
ENFIM EM PADRE ALGUNS "ELOGIOS" O SENHOR SÓ TACA O PAU.
Caro Padre Zezinho, acredito q/ sera com cursos como estes que despertaremos o turismo para a nossa região, acredito q/ o senhor como homem inteligente e sensato deveria despertar a este intusiasmo nos estudantes , uma vez que as cidades necessitam de preparos para o turismo vc tem sido muito pessimista quanto aos potenciais turisticos de nossa região ou não que ver a realidade de nossas riquezas naturais
Padre Zezinho,
Confesso que como moradora do Município, e trabalhando com turismo, ainda me surpreendo em ver comentários sem fundamentação sobre o turismo e, principalmente, comentários maléficos sobre uma cidade feitos por alguém que nela vive, porém entendo, afinal é uma atividade nova no Brasil, no Amazonas que exige conhecimento, mas isto fica para os profissionais da área.
O que mais me impressiona, é ver que estas reflexões são oriundas de um padre, o qual deveria dispertar à esperança, e não disseminar um sentimento político partidário. A igreja tem um papel importante, levar a paz para os fies, de forma indiscriminada, mas quando resolve fazer política, tomar partido de A ou de B, repete os erros do passado, de forma cruel, condena, ateia folgo baseada em uma lei, que conforme padres insanos, é a lei de Deus. Mais Deus é justo e conforme os seus princípios, todos são iguas, não há partidos.
E um dos princípios básicos do turismo, é saber valorizar a localidade em que se vive, seja pela população local e pelo poder público. As atividades turísticas, bem como quaisquer atividades que exigem ações compartilhadas são responsabilidades tanto do poder público, da classe empresarial e da sociedade civil, afinal quando o turista chega a uma localidade, em uma cidade, o primeiro contato é com o morador local.E com certeza, espero que não seja com o senhor Sr. Padre, espero que seja com alguém alegre, com esperança.
Não tiro os seus méritos, vejo que o Senhor precisa ter uma renovação interior, mais de forma neutra, que o Senhor faça jus a sua missão de padre.
Outro detalhe importante, é que o atual governo Rodrigo Alves, tem como prioridade fomentar a atividade, mas sozinho não conseguirá, afinal o turismo é responsabilidade das três esferas/ tripé para o desenvolvimento - Poder público, sociedade, empresas porém todos em prol da mesma causa.
Vejo que o Senhor poderá contribuir bastante, desde que sejam com criticas construtivas.
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