Nosso presépio fora de época
Todos os anos na Praça da Catedral a secretaria de cultura, arma uma maquete da Câmaru Municipal, cópia fiel, um presépio. É só olhar de um lado para o outro da rua, para perceber a originalidade, não se encontra diferenças.
Como todo presépio que se preze, não poderia de forma alguma vir a falta as vacas, elas, peças insubstituíveis, sempre a admirar com olhos pedichões a família sagrada. O porque de estar com os olhos sempre a pedir é melhor perguntar ao povo que mora do outro lado da rua.
O presépio cristão nasceu de uma idéia de São Francisco de comemorar o nascimento de Cristo. Isto numa das suas minúsculas casa em meio a neve lá pela Itália central. Era uma forma de estar com seus amigos num ambiente quente e perto de Cristo. Já o nosso presépio nasce a partir de nossos votos colacados numa urna, atualmente, basta ir apertando nas teclas numeradas, e ir digitando o número do candidato desejado.
A maquete de dezembro na "Praça da Catedral" tem como finalidade refazer uma tradição cristã. Embelezar o aquele espaço nos dias que vão aí pelo fim de novembro a primeira dezena de janeiro. A original quase que está funcionando com a mesma finalidade e em tempo permanente, o ano inteiro; apenas fazer figura. Trabalhar que é bom... nada!
As vacas do presépio-maquete com olhar pidão e caridoso, estão totalmente voltadas para o menino Jesus, prontas para o que der e vier, basta ele querer e dar as ordens. Do outro lado da rua, as coisas não são diferentes, todos voltados para o imperador, o executivo, basta ele dar as ordens e dinheiro também, sem esse, nada funcionaria.
A certeza da diferença está no valor que uma e outra são construídas e seus orçamentos de manutenção. Enquanto uma, a da praça, custa dois ou três mil para ser construída, a outra, a do outro lado custa em méida umas 250 vezes mais. E o pior de tudo, é a manutenção, a feita de vaca de verdade custa a bagatela de uns milhares por mês.
Nunca vi vacas tão caras. Nem se leiloassem umas vacas dizendo que eram as vacas que estavam presentes ao lado de Jesus no seu nascimento, seriam tão caras como estas de Coari. Coisas de quem tem dinheiro!
Como todo presépio que se preze, não poderia de forma alguma vir a falta as vacas, elas, peças insubstituíveis, sempre a admirar com olhos pedichões a família sagrada. O porque de estar com os olhos sempre a pedir é melhor perguntar ao povo que mora do outro lado da rua.
O presépio cristão nasceu de uma idéia de São Francisco de comemorar o nascimento de Cristo. Isto numa das suas minúsculas casa em meio a neve lá pela Itália central. Era uma forma de estar com seus amigos num ambiente quente e perto de Cristo. Já o nosso presépio nasce a partir de nossos votos colacados numa urna, atualmente, basta ir apertando nas teclas numeradas, e ir digitando o número do candidato desejado.
A maquete de dezembro na "Praça da Catedral" tem como finalidade refazer uma tradição cristã. Embelezar o aquele espaço nos dias que vão aí pelo fim de novembro a primeira dezena de janeiro. A original quase que está funcionando com a mesma finalidade e em tempo permanente, o ano inteiro; apenas fazer figura. Trabalhar que é bom... nada!
As vacas do presépio-maquete com olhar pidão e caridoso, estão totalmente voltadas para o menino Jesus, prontas para o que der e vier, basta ele querer e dar as ordens. Do outro lado da rua, as coisas não são diferentes, todos voltados para o imperador, o executivo, basta ele dar as ordens e dinheiro também, sem esse, nada funcionaria.
A certeza da diferença está no valor que uma e outra são construídas e seus orçamentos de manutenção. Enquanto uma, a da praça, custa dois ou três mil para ser construída, a outra, a do outro lado custa em méida umas 250 vezes mais. E o pior de tudo, é a manutenção, a feita de vaca de verdade custa a bagatela de uns milhares por mês.
Nunca vi vacas tão caras. Nem se leiloassem umas vacas dizendo que eram as vacas que estavam presentes ao lado de Jesus no seu nascimento, seriam tão caras como estas de Coari. Coisas de quem tem dinheiro!
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