sábado, 8 de agosto de 2009

Porque ninguém é de ferro

Nesses últimso três dias, o tempo está escasso, as coisas a fazer acumuladas, em pilhas e para completar a saúde deu demonstração que quer falhar. O calor enorme e a mudança de ambientes, oscilando entre quente, frio, ventilado e morno, foi a receita perpeita para a garganta reclamar.

Já se vão quase dois dias e o corpo meio moído, pouco respondendo, pedindo rede e nada mais. Das amizades, além do carinho, parece que cada um conhece um cházinho, um mézinho ou coisa parecida. Todos um santo remédio.

Se tivesse toamado tudo que até agora me indicaram, já devia tá intoxicado ou bêbado. Mais mesmo estar tomando uns remédios que sempre me foram milagrosos nesta situação, tenho suado as bicas e pelo que tudo indica, vou precisar de mais um dia para está em forma.

Nem tudo é tão ruim assim; estar com a garganta inflamada e febre, me permitiu ficar mais algum tempo na rede, faz tem que procurava uma oportunidade para ficar na rede sem fazer nada e nem com hora marcada para levantar.

Estava no limite, o corpo pedindo socorro. Espero depois dessa estar mais em forma para aguentar o tranco de ser coariense!

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