Comparações
O ser humano é na essência comparativo, costumamos comparar tudo, ou quase tudo. Quando viajamos, principalmente quando é para outro país, ficamos lendo as coisas daquele lugar com o nosso, os preços das coisas estão em primeiro lugar, geralmente os nossos são mais caros.
O pior de tudo é sobre o nosso tempo e o tempo dos outros ou atual, é comum ouvir no "meu tempo isso era assim", quando eu eram jovem as coisas eram bem diferentes, dizem os mais velhos, melhores, com mais respeito. E vamos levando; sobre isso e sobre aquilo.
Quando encontro algumas pessoas que estudaram comigo no Colégio, fazemos juntos o tempo voltar e lembramos com carinho das coisas do nosso mundo daquele lugar tão querido é que hoje não existem mais. Nesses últimos tempo, sempre comparando a quadra S. José, com o atual Ginásio S. José. Claro, não tem comparação, visto que fisicamente a atual estrutura é muito melhor, porém, o que conta aqui são os valores dos sentimentos que ficaram, resumidos na famosa frase: "belos tempos, velhos dias".
Atualmente vivemos um tempo pra lá de comparativo na terra do gás e do petróleo, tanto nas ruas, becos e casas, como na internet. É só ler os blogs e os comentários para sentir o que digo. Agora comparar quase nove anos com um mês, parece ser precipitado demais ou no mínimo pressa.
Pode até ser compreensivo que uma pessoa depois de ter perdido um bom salário e um bom cargo, mesmo defendendo mentiras, roubalheiras, corrupção e pedofilia faça lá suas comparações. Cair do pedestal onde estava não é fácil não. Agora depois de defender tudo isso acima e muito mais, achar que o que está acontecendo é pior do que o passado desses quase nove anos, tenhamos paciência é no mínimo falta de bom senso!
Quase nove anos não são um mês e nove milhões não são um bilhão. O ideal seria dar o mesmo tempo para poder comparar de fato um com o outro. É preciso dar tempo ao tempo, só ele vai dizer quem de fato fez mais. Caso contrátio, corremos o risco de no mínimo sermos injustos!
O pior de tudo é sobre o nosso tempo e o tempo dos outros ou atual, é comum ouvir no "meu tempo isso era assim", quando eu eram jovem as coisas eram bem diferentes, dizem os mais velhos, melhores, com mais respeito. E vamos levando; sobre isso e sobre aquilo.
Quando encontro algumas pessoas que estudaram comigo no Colégio, fazemos juntos o tempo voltar e lembramos com carinho das coisas do nosso mundo daquele lugar tão querido é que hoje não existem mais. Nesses últimos tempo, sempre comparando a quadra S. José, com o atual Ginásio S. José. Claro, não tem comparação, visto que fisicamente a atual estrutura é muito melhor, porém, o que conta aqui são os valores dos sentimentos que ficaram, resumidos na famosa frase: "belos tempos, velhos dias".
Atualmente vivemos um tempo pra lá de comparativo na terra do gás e do petróleo, tanto nas ruas, becos e casas, como na internet. É só ler os blogs e os comentários para sentir o que digo. Agora comparar quase nove anos com um mês, parece ser precipitado demais ou no mínimo pressa.
Pode até ser compreensivo que uma pessoa depois de ter perdido um bom salário e um bom cargo, mesmo defendendo mentiras, roubalheiras, corrupção e pedofilia faça lá suas comparações. Cair do pedestal onde estava não é fácil não. Agora depois de defender tudo isso acima e muito mais, achar que o que está acontecendo é pior do que o passado desses quase nove anos, tenhamos paciência é no mínimo falta de bom senso!
Quase nove anos não são um mês e nove milhões não são um bilhão. O ideal seria dar o mesmo tempo para poder comparar de fato um com o outro. É preciso dar tempo ao tempo, só ele vai dizer quem de fato fez mais. Caso contrátio, corremos o risco de no mínimo sermos injustos!
Um comentário:
Padre Zezinho,o senhor não tomou sua pirula não!dois dias atraz o senhor estava defendendo a população.Sera que o Arnaldo ja molhou sua mão e no minimo isso!
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