O que quer esse povo coariense?
Na estrada Coari - Itapéu há dois monumentos, dois pequenos prédio abandonados. Os dois nasceram para serem projetos comunitários. Os dois mostram como temos dificuldade de alancar projetos geradores de renda e estamos acostumados que o governo, seja qual for ele, nos dê o dinheiro, na mão ou na conta; de graça, de mão beijada!
Um deles é uma casa de fazer farinha, se existe casa de fazer farinha, pois a farinha passa por um processo longo, que exige desde a preparação do terreno, a plantação da mandioca, o cuidado com o roçado entre outros serviços a té chegar a casa propiamente dita "de farinha".
Certo é que a casa nasceu com o objetivo de ser utilizada por todos aqueles que trabalham naquela redondeza, perto da comunidade Saubinha, fazerem nela sua farinha. Com certeza o uso dela facilitaria muito a vida dos trabalhadores do ramo.
Está lá, limpa, bem cuidada, linda e vazia. Quem sabe pode se transformar em museu, coisa para turista ver os utensílios que usamos na fabricação dessa que é pão nosso de cada dia em nossas mesas.
Certo é que a casa nasceu com o objetivo de ser utilizada por todos aqueles que trabalham naquela redondeza, perto da comunidade Saubinha, fazerem nela sua farinha. Com certeza o uso dela facilitaria muito a vida dos trabalhadores do ramo.
Está lá, limpa, bem cuidada, linda e vazia. Quem sabe pode se transformar em museu, coisa para turista ver os utensílios que usamos na fabricação dessa que é pão nosso de cada dia em nossas mesas.
O outro pequeno prédio nasceu para a fabricação de açúcar, como a outra casa, serviria a uma projeto comunitária. Para a Associação dos plantadores de cana da área. Esta é uma linda casa, bem feita, meio de madeira, meio de alvenaria.
Enfeita com sua beleza um recanto de floresta. Sem utilidade alguma. Um projeto que teria tudo para dar certo, uma vez que o município entrou com a parte mais cara do negócio, como dizemos, um negócio de pai pra filho, mais que isso, de mãe para filha grávida!
É certo que a produção rural caiu, em parte, pela espera das pessoas do dinheiro chegarem sem elas trabalhare. Já se viciaram em nada fazer.
Tirar esse vício será um trabalho gigantesco e levará mais tempo que possamos pensar.
Enfeita com sua beleza um recanto de floresta. Sem utilidade alguma. Um projeto que teria tudo para dar certo, uma vez que o município entrou com a parte mais cara do negócio, como dizemos, um negócio de pai pra filho, mais que isso, de mãe para filha grávida!
É certo que a produção rural caiu, em parte, pela espera das pessoas do dinheiro chegarem sem elas trabalhare. Já se viciaram em nada fazer.
Tirar esse vício será um trabalho gigantesco e levará mais tempo que possamos pensar.
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