Festas de Posse

Aristóteles já dizia que o ser humano além de ser social, político, religioso é também lúdico. Que a festa está para nós, assim como as outras dimensões da nossa constituição, são parte da nossa estrutura de sobrevivência. Tirar do homem este momento que nos alegra ou qualquer outra destas condições nos faz adoecer.
O brasileiro tem fama no mundo de ser um povo festivo, a festa está no sangue, dizem muitos estrangeiros sobre o povo da terra do futebol. Não é atoa que o momento forte do turismo no país é o carnaval, a "festa da carne". São nesses três dias o maior fluxo de turistas invadindo qualquer espaço que tenha um batuque.
Com o crescimento da industria das festas e de bebidas que se tornaram multi-nacionais poderosas, as festas foram e estão cada vez mais banalizadas. Fazem parte do mundo do consumo, do que vale é ter e mostrar que tem. Quem tem, faz a festa. Aqui caimos no vazio e só resta a ressaca sem signifcado.
No decorrer da história muitas foram e são as festas criadas para alienar e enganar um grupo, um povo. Quantos desses momentos foram feitos apenas pela alegria passageira, dar o circo, diante de tantas coisas que poderiam serem de fato importante. Coisas que levariam a outras festas cheias de significado.
Claro que nem todas as festas são assim. E fazemos festas, não podemos viver sem elas. Existem para comemorar, dar mais sentido aos momentos importantes da vida. Em todas as culturas é assim. Bebemos o mijo, comemoramos o primeiro aniversário e outros, casamentos, formaturas, enfim um mundo do que significa para nós, seja pequeno ou de maior porte.
O brasileiro tem fama no mundo de ser um povo festivo, a festa está no sangue, dizem muitos estrangeiros sobre o povo da terra do futebol. Não é atoa que o momento forte do turismo no país é o carnaval, a "festa da carne". São nesses três dias o maior fluxo de turistas invadindo qualquer espaço que tenha um batuque.
Com o crescimento da industria das festas e de bebidas que se tornaram multi-nacionais poderosas, as festas foram e estão cada vez mais banalizadas. Fazem parte do mundo do consumo, do que vale é ter e mostrar que tem. Quem tem, faz a festa. Aqui caimos no vazio e só resta a ressaca sem signifcado.
No decorrer da história muitas foram e são as festas criadas para alienar e enganar um grupo, um povo. Quantos desses momentos foram feitos apenas pela alegria passageira, dar o circo, diante de tantas coisas que poderiam serem de fato importante. Coisas que levariam a outras festas cheias de significado.
Claro que nem todas as festas são assim. E fazemos festas, não podemos viver sem elas. Existem para comemorar, dar mais sentido aos momentos importantes da vida. Em todas as culturas é assim. Bebemos o mijo, comemoramos o primeiro aniversário e outros, casamentos, formaturas, enfim um mundo do que significa para nós, seja pequeno ou de maior porte.
E é dentro desse enorme significado que tem a vitória do 33 que a terra do gás e do pteróleo se encheu de festa. Digo se encheu, porque seria inútil olhar apenas para a festa de posse no centro cultural para designar o que aconteceu com a festa de posse do novo prefeito.
As pessoas que anseavam pela mudança, as que foram perseguidas, as que tiveram que ficar caladas para não perder o pão da família e outras situações, queriam a festa, não só a oficial, mais a festa para comemorar o que para si significa um novo tempo. Daí que as festas tomaram conta de diversas ruas de Coari. Tudo foi organizado do modo de cada um que promoveu com os seus, seu momento de alegria e de desabafo. Deu o grito que há anos estava atravessado no peito.
As pessoas que anseavam pela mudança, as que foram perseguidas, as que tiveram que ficar caladas para não perder o pão da família e outras situações, queriam a festa, não só a oficial, mais a festa para comemorar o que para si significa um novo tempo. Daí que as festas tomaram conta de diversas ruas de Coari. Tudo foi organizado do modo de cada um que promoveu com os seus, seu momento de alegria e de desabafo. Deu o grito que há anos estava atravessado no peito.
A festa de posse no centro cultural, podemos chamá-la de principal, mais foram as inúmeras e quase inacabáveis festas, espalhadas pela cidade que mostraram de fato o que significa para o atual momento da vida coariense a chegada de Arnaldo Mitouso ao cargo de prefeito do município de Coari!
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