Palavras... o vento leva!

Ontem estive na reunião da Câmara Municipal, infelizmente visto outros compromissos cheguei nos últimos cinco minutos da sessão. A porta estva fechada, bati e me atendeu um guarda de portaria que me disse que estava lotado, assim, de modo direto. Me apresentei e ele então falou com outra pessoa e minha entrada foi permitida.
Subi a escada que leva ao andar superior, onde está localizado o plenário, que não estava tão lotado como falou o porteiro. Haviam lugares para várias pessoas, inclusive uma cadeira vazia. Faltou boa vontade até mesmo de um simples funcionário de ajudar com uma pequena ação a florescer uma plantinha ou ainda uma semente num espaço democrático.
O presidente fazia seu discurso final, fechamento de sessão. Duante esses poucos minutos que ouvi de sua voz, falou por diversas vezes a palavra transparência. Ao ouvir o que ele falava tomei foi um susto, tal foi minha surpresa. Nunca tinha ouvido essa palavra rondar essa casa do povo.
Será que com a entrada do novo grupo no comando, eles compraram um dicionário e acrescentaram essa palavra tirada direta do Aurélio? Pago pra vê. Essa gente é camaleônica. Veste a pele, a roupa nova conforme sente o cheiro de dinheiro, se o vento leva esse cheiro para um lado, lá vão eles, se o vento muda de direção, eles também mudam.
Se não quiserem ajudar nos trabalhos para fazer o novo e trabalhar para arrumar esse munípio que está de cabeá para baixo, ao menos não atrapalhe!
Subi a escada que leva ao andar superior, onde está localizado o plenário, que não estava tão lotado como falou o porteiro. Haviam lugares para várias pessoas, inclusive uma cadeira vazia. Faltou boa vontade até mesmo de um simples funcionário de ajudar com uma pequena ação a florescer uma plantinha ou ainda uma semente num espaço democrático.
O presidente fazia seu discurso final, fechamento de sessão. Duante esses poucos minutos que ouvi de sua voz, falou por diversas vezes a palavra transparência. Ao ouvir o que ele falava tomei foi um susto, tal foi minha surpresa. Nunca tinha ouvido essa palavra rondar essa casa do povo.
Será que com a entrada do novo grupo no comando, eles compraram um dicionário e acrescentaram essa palavra tirada direta do Aurélio? Pago pra vê. Essa gente é camaleônica. Veste a pele, a roupa nova conforme sente o cheiro de dinheiro, se o vento leva esse cheiro para um lado, lá vão eles, se o vento muda de direção, eles também mudam.
Se não quiserem ajudar nos trabalhos para fazer o novo e trabalhar para arrumar esse munípio que está de cabeá para baixo, ao menos não atrapalhe!
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