Recentemente em atividade, Tekoha disponibiliza desde brincos à artigos de decoração; produtos vendidos pela internet seguem princípio do comércio solidário
O comércio sustentável é um termo utilizado para tratar de produtos que utilizam o equilíbrio dos aspectos econômicos, sociais e ambientais, sem desconsiderar o respeito à cultura local. Dentro dessa rede há também o comércio solidário (conhecido por fair trade), que atua em pequenas comunidades gerando renda local, respeitando as peculiaridades de cada comunidade.
É com esse intuito que, recentemente, a ONG Tekoha passou a vender artesanatos provenientes de comunidades tradicionais, em especial a de Urucureá, próxima a Santarém, no Pará. Baseando-se nos princípios de comércio solidário, a intenção é promover o desenvolvimento da região sem que suas características culturais sejam alteradas.
Segundo Henrique Bussacos, coordenador do projeto, a idéia surgiu de uma necessidade do próprio mercado: "Nós percebemos que faltava um empreendimento comercial para o mercado de comércio ético e solidário que fosse economicamente viável. Por isso pensamos em fundar a Tekoha, para servir de ponte entre as comunidades e o consumidor final", detalha.
O comércio, por enquanto, é inteiramente virtual, pelo site da organização. Bussacos prevê, no entanto, que em breve haja produtos disponíveis em lojas variadas, difundindo o artesanato típico das comunidades. Leia mais.
É com esse intuito que, recentemente, a ONG Tekoha passou a vender artesanatos provenientes de comunidades tradicionais, em especial a de Urucureá, próxima a Santarém, no Pará. Baseando-se nos princípios de comércio solidário, a intenção é promover o desenvolvimento da região sem que suas características culturais sejam alteradas.
Segundo Henrique Bussacos, coordenador do projeto, a idéia surgiu de uma necessidade do próprio mercado: "Nós percebemos que faltava um empreendimento comercial para o mercado de comércio ético e solidário que fosse economicamente viável. Por isso pensamos em fundar a Tekoha, para servir de ponte entre as comunidades e o consumidor final", detalha.
O comércio, por enquanto, é inteiramente virtual, pelo site da organização. Bussacos prevê, no entanto, que em breve haja produtos disponíveis em lojas variadas, difundindo o artesanato típico das comunidades. Leia mais.
