sexta-feira, 30 de maio de 2008

Investigados pela Vorax são liberados Desde a meia-noite de hoje, 20 dos 23 investigados pela Operação Vorax da Polícia Federal, que continuavam presos, começaram a ser colocados em liberdade. A prisão preventiva deles, que era de 10 dias, venceu ontem.
Ainda na quinta-feira, o delegado federal que comanda as investigações, Jocenildo Cavalcante, encaminhou ao juiz da 2ª Vara da Justiça Federal Márcio Luís Coelho de Freitas a representação pela prisão preventiva de 18 dos 23 presos pela operação Vorax.
Os presos saíram um de cada vez da Cadeia Pública Desembargador Raimundo Vidal Pessoa, no Centro, onde estavam, em cárcere, 19 deles. Do lado, de fora, aproximadamente 50 pessoas aguardavam a saída dos familiares. Alguns, acompanhados de advogados, chegaram a entrar na unidade e sair de lá com bolsas e sacolas com pertences dos presos. Apenas o médico Durval Herculano Carriço estava preso no Instituto Penal Antônio Trindade (Ipat), localizado no km 8 da BR-174 (Manaus - Boa Vista).
A assessoria de comunicação da Justiça Federal no Amazonas não forneceu detalhes sobre o motivo que levou a liberação dos 20 investigados. O fato ocorre no momento em que o delegado representava pela prisão preventiva deles como um mecanismo de fazê-los contribuir com as investigações policiais. Cavalcante havia prometido pedir a preventiva do grupo.
Buscas em coari
Para encerrar as investigações da Vorax, a polícia promete uma novidade que repercutirá como uma “bomba”. As investigações transcorrem aceleradas, com a análise do material apreendido, tomada de depoimentos, novas diligências e cumprimento de mandados.
Ontem, uma equipe de oito agentes comandada pelo delegado Josafá Batista Reis, foi a Coari (a 370 quilômetros de Manaus) para cumprir mandados de busca e apreensão e tomar depoimento de testemunhas e pessoas ligadas ao prefeito da cidade Adail Pinheiro.

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