Já tivemos!

Numa tarde tão linda de sol, como a de ontem, domingo ensolarado; ficar em casa não é fácil. Há aquele desejo de ficar de molho em águas frias, infelizmente ainda não temos praias, que não anula o querer ficar n'água.
O comum, o melhor é ficar do lado de fora da casa jogando conversa fora. Nesse tempo a conversa solta é sempre sobre a atual situação que o município passa, a brincadeira que o judiciário está fazendo conosco.
Mais a criançada e os adolescentes não tem paciência para esse tipo de conversa, coisa chata para o mundo deles. Outro mundo; mal eles sabem que poderia de fato ser bem melhor se o dinheiro que o município tem não desaparecesse nas mãos de poucos. Os espaços para as crianças se divertirem na terra do gás e do petróleo praticamente não existem.
Se não existe, façamos, e, nessa época de sol e vento não há coisa melhor que vê seu papagaio de papel empinado, cortando os ares. Olhar para o "céu" nas tardes de domingo é se encantar com um mundo de pontos coloridos a enfeitar o azul do espaço celeste.
Já adorava ficar olhando para cima assistindo os urubus plainares, agora ficou melhor, me divirto correndo os olhos para acompanhar o movimento leve, solto de uma flechada rasgando o infinito, espaço para acolher o invasor. Quem, não sei onde segura a linha e domina o movimento lá em cima para brincar de dominar o indominável, o espaço; deve sentir-se o dono do céu.
São de cores e desenhos diferentes, cada um mostrando a formas, conforme a criatividade do inventor; alguns ensaiam obras de arte, outros vão de qualquer jeito.
Nenhum outro brinquedo me fascinou tanto na minha adolescência como os papagaios de papel. Adorava curtir cada etapa que envolve esse divertimento, uma liturgia; desde tirar a tala, arrumar e cortar os papéis, a cola, a linha, fazer a rabiola, fazer o cerol e passar na linha; foi um tempo inesquecível. E o olhar para cima nesses dias trás de volta belos tempos, velhos dias. E depois de tudo sentindo o vento do rosto, rir do nada, só do sabor de sentir na linha da mão o controle da beleza lá em cima.
Para quem não se lembra em Coari havia campeonatos de papagaios de papel. Era um encher a praia da cidade de um colorido sem sim. Alguém pode estar se perguntando e essa praia? Pois é, essas lembranças e os papagaios trazem de volta a velha história - Coari, a terra do já teve!
O comum, o melhor é ficar do lado de fora da casa jogando conversa fora. Nesse tempo a conversa solta é sempre sobre a atual situação que o município passa, a brincadeira que o judiciário está fazendo conosco.
Mais a criançada e os adolescentes não tem paciência para esse tipo de conversa, coisa chata para o mundo deles. Outro mundo; mal eles sabem que poderia de fato ser bem melhor se o dinheiro que o município tem não desaparecesse nas mãos de poucos. Os espaços para as crianças se divertirem na terra do gás e do petróleo praticamente não existem.
Se não existe, façamos, e, nessa época de sol e vento não há coisa melhor que vê seu papagaio de papel empinado, cortando os ares. Olhar para o "céu" nas tardes de domingo é se encantar com um mundo de pontos coloridos a enfeitar o azul do espaço celeste.
Já adorava ficar olhando para cima assistindo os urubus plainares, agora ficou melhor, me divirto correndo os olhos para acompanhar o movimento leve, solto de uma flechada rasgando o infinito, espaço para acolher o invasor. Quem, não sei onde segura a linha e domina o movimento lá em cima para brincar de dominar o indominável, o espaço; deve sentir-se o dono do céu.
São de cores e desenhos diferentes, cada um mostrando a formas, conforme a criatividade do inventor; alguns ensaiam obras de arte, outros vão de qualquer jeito.
Nenhum outro brinquedo me fascinou tanto na minha adolescência como os papagaios de papel. Adorava curtir cada etapa que envolve esse divertimento, uma liturgia; desde tirar a tala, arrumar e cortar os papéis, a cola, a linha, fazer a rabiola, fazer o cerol e passar na linha; foi um tempo inesquecível. E o olhar para cima nesses dias trás de volta belos tempos, velhos dias. E depois de tudo sentindo o vento do rosto, rir do nada, só do sabor de sentir na linha da mão o controle da beleza lá em cima.
Para quem não se lembra em Coari havia campeonatos de papagaios de papel. Era um encher a praia da cidade de um colorido sem sim. Alguém pode estar se perguntando e essa praia? Pois é, essas lembranças e os papagaios trazem de volta a velha história - Coari, a terra do já teve!
2 comentários:
Apesar de não ser um "àz" na arte de empinar, era na verdade apenas um contemplador dos dias ensolarados e céu coloridos com papagaios de papel. Lembro do meu IRMÃO ISAAC (ja falecido) empolgado, confeccionando vários papagaios para disputar o troneio realizado na praia do porto de Coari, ou, em outras vezes para "soltar papagaio" no pó da serraria ondiner, onde quase toda turma do Tauá-mirim se reunia....
Bons tempos.Outrora não ouviamos falar dos desfalquees milionários feitos na prefeitura, nem de guerra de liminares, nem das malas com dinheiro, nem "prefeitos bananas", nem de devios de dinheiro do INSS, nem de operação vorax, de operação matusalém, nem de prefeitos que tira dinheiro dos idosos, etc, etc.
Bons tempos...bons tempos....
É verdade, mas não falarei de papagaio, e sim Coari/AM é a terra do já teve.
A nossa praia era tão bonita quando chequei aqui em 18 de outubro de 1982, e nela, tinha vários campos de futebol para a turma se encontrar e jogar pelada, começando as 16h e terminado as 18h.
Tempo feliz, quem se lembra do Festival de Verão na Praia de Coari/AM?
Hoje, na era do "Progresso", do Sou Daqui Amo Coari, do "Coari Com Todo Gás" a nossa Praia de Coari/AM está em estado latismável e destruída pelos VAMPIROS DE COARI/AM que chupam o sangue dos moradores de Coari/AM durante quase 9 anos.
Eu Não Sou Daqui, mas escolhi essa Terra para viver, lutar por ela, e nunca deixá-la de defender!
A Praia de Coari/AM é um patrimônio nosso, e digo, mirem-se em Tefé/AM, em Barcelos/AM e em Maués/AM que cuidam de suas praias, pois, a Praia de Coari/AM é uma fonte de renda e serviço aos moradores de Coari/AM. Acredite!
Postar um comentário