O nosso não turismo

Outro dia escrevendo sobre nosso turismo, alguém disse num comentário que desconheço ou desvalorizo nossas riquezas naturais. Penso que não faço nenhuma, nem outra coisa e nem fiz isso no post.
Há anos que viajo pelo nosso município e conheço um pouco tanto os arrendores, como lugares mais distantes. O que disse e repito é que as belezas do nosso município, são belezas comuns por toda a Amazônia e que mesmo nos arredores de Manaus encontramos paisagens naturais muito parecidas com as nossas e que os turistas que vêem de fora para vê esse tipo de natureza, vai ficar nesses arredores de Manaus. Até porque as agências da capital sabem muito bem trabalhar esse tipo de turismo, vivem disso.
E torno a dizer não temos por aqui algo da natureza que seria extraordinário para atrair turistas com a finalidade de admirar tão beleza e extraordinariedade.
A outra realidade que atrai turistas, são estruturas culturais próprias de um lugar, coisas originais que não existem em outros lugares. Um cultura construída ao longo do tempo e que se faz tradição e isso também não temos.
O que tínhamos de novo, totalmente original, a nossa cara, único no Estado do Amazonas, só nosso; ero nosso carnaval. Ainda estava engatinhando e se tivesse sido alimentado, ganhasse investimento, teria tudo para trazer turistas para viver algo novo, totalmente coariense.
Esta estrutura, tão nova, tão original foi eliminada ainda quando estava sendo gestada. Foi um aborto provocado e justamente pela secretaria que devia tratá-lo com mais carinho, a da Cultura.
Isso aconteceu porque era coisa do povo coariense, insuportável aos que jamais permitiram algo que não saisse de seus gabinetes. Para substituir o que era nosso, trouxeraalgo dos outros, importado, imitado, como é o caso do carnaval baiano que acontece todos os anos na terra do gás e do petróleo; distante mil léguas da Bahia.
Se nossos administradores continuarem agindo dessa forma, não vejo nenhuma necessidade de uma secretaria (departamento) do turismo no município, pode ser só mais um cabide de emprego, um desperdício, um dinheiro jogado fora.
Nesses últimos dois, três anos o povão descobriu uma pérola de beleza e de encanto, o Igarapé do Buquará e se as administrações nada fizerem, vamos perder mais uma de nossas belezas, assim como perdemos o Igarapé do Espírito Santo, que sufoca e segue vivendo asfixiado.
O Igarapé do Ciganopólis é um ponto de lazer e se podemos dizer, de turismo para os coarienses dos demais bairros da cidade. Sua água além de bonita é um refrigério que esfria até a alma. E não é só as águas do Igarapé que exibe beleza, é toda sua estrutura que mistura uma paisagem de infinitas árvores e cores, belezas próprias do paraíso!
E até quando vamos ter esse igarapé?
Ele pode ser, com uma bela orla um ponto, quem sabe num futuro distante, um local para os turistas que um dia chegarão aqui, de tão distante, que quem sabe... de Marte!
Há anos que viajo pelo nosso município e conheço um pouco tanto os arrendores, como lugares mais distantes. O que disse e repito é que as belezas do nosso município, são belezas comuns por toda a Amazônia e que mesmo nos arredores de Manaus encontramos paisagens naturais muito parecidas com as nossas e que os turistas que vêem de fora para vê esse tipo de natureza, vai ficar nesses arredores de Manaus. Até porque as agências da capital sabem muito bem trabalhar esse tipo de turismo, vivem disso.
E torno a dizer não temos por aqui algo da natureza que seria extraordinário para atrair turistas com a finalidade de admirar tão beleza e extraordinariedade.
A outra realidade que atrai turistas, são estruturas culturais próprias de um lugar, coisas originais que não existem em outros lugares. Um cultura construída ao longo do tempo e que se faz tradição e isso também não temos.
O que tínhamos de novo, totalmente original, a nossa cara, único no Estado do Amazonas, só nosso; ero nosso carnaval. Ainda estava engatinhando e se tivesse sido alimentado, ganhasse investimento, teria tudo para trazer turistas para viver algo novo, totalmente coariense.
Esta estrutura, tão nova, tão original foi eliminada ainda quando estava sendo gestada. Foi um aborto provocado e justamente pela secretaria que devia tratá-lo com mais carinho, a da Cultura.
Isso aconteceu porque era coisa do povo coariense, insuportável aos que jamais permitiram algo que não saisse de seus gabinetes. Para substituir o que era nosso, trouxeraalgo dos outros, importado, imitado, como é o caso do carnaval baiano que acontece todos os anos na terra do gás e do petróleo; distante mil léguas da Bahia.
Se nossos administradores continuarem agindo dessa forma, não vejo nenhuma necessidade de uma secretaria (departamento) do turismo no município, pode ser só mais um cabide de emprego, um desperdício, um dinheiro jogado fora.
Nesses últimos dois, três anos o povão descobriu uma pérola de beleza e de encanto, o Igarapé do Buquará e se as administrações nada fizerem, vamos perder mais uma de nossas belezas, assim como perdemos o Igarapé do Espírito Santo, que sufoca e segue vivendo asfixiado.
O Igarapé do Ciganopólis é um ponto de lazer e se podemos dizer, de turismo para os coarienses dos demais bairros da cidade. Sua água além de bonita é um refrigério que esfria até a alma. E não é só as águas do Igarapé que exibe beleza, é toda sua estrutura que mistura uma paisagem de infinitas árvores e cores, belezas próprias do paraíso!
E até quando vamos ter esse igarapé?
Ele pode ser, com uma bela orla um ponto, quem sabe num futuro distante, um local para os turistas que um dia chegarão aqui, de tão distante, que quem sabe... de Marte!
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