"Da terra do já tivemos, para a terra do já fomos"

Foram várias as vezes que ouvi falar que Coari é a terra do já teve, por diversas coisas que tivemos e não temos mais. As maiores perdas foram dos dois cinemas - Alex e São Francisco, e da biblioteca pública.
Olhando essa foto que encontrei no blog Viaje no Viagem que prendeu minha atenção e encheu-me de curiosidade, tanto para me fazer ir no google, pesquisar sobre ela, que para minha surpresa o resultado foi de uma enorme quantidade de fotos mostrando a infinidades de artes feitas com melância; a ponto de me fazer a pergunta: será que já não passamos da terra do já tivemos para a terra do já fomos?
Se costuma dizer que uma idéia puxa a outra, foi o que aconteceu e nesse caso uma imagem, a da melância, trouxe uma lembrança a da terra do já teve que ficou no ar, me conduzindo para um pensamento de que somos também a terra do já "fomos".
A questão aqui não é só de linguagem, na definição da conjugação de verbos é de existencia.
Passamos da terra ou melhor dizendo estamos assumindo mais um adjetivo no nosso projeto existencial, somos também a terra do já fomos. Explico. Já fomos a terra da banana, passamos a ser a terra do gás e do petróleo e esse ano pela força da várzea podemos estar sendo a "terra da melância".
Talvez olhando a infinidade de possibilidades, do que podemos fazer com a melância quem sabe chegamos a ser a terra de alguma coisa mais sólida, que não se desmanche no ar como banana ou gás... caso contrário vamos sempre estar nos perguntando onde está o dinheiro? Onde está o dinheiro?
Olhando essa foto que encontrei no blog Viaje no Viagem que prendeu minha atenção e encheu-me de curiosidade, tanto para me fazer ir no google, pesquisar sobre ela, que para minha surpresa o resultado foi de uma enorme quantidade de fotos mostrando a infinidades de artes feitas com melância; a ponto de me fazer a pergunta: será que já não passamos da terra do já tivemos para a terra do já fomos?
Se costuma dizer que uma idéia puxa a outra, foi o que aconteceu e nesse caso uma imagem, a da melância, trouxe uma lembrança a da terra do já teve que ficou no ar, me conduzindo para um pensamento de que somos também a terra do já "fomos".
A questão aqui não é só de linguagem, na definição da conjugação de verbos é de existencia.
Passamos da terra ou melhor dizendo estamos assumindo mais um adjetivo no nosso projeto existencial, somos também a terra do já fomos. Explico. Já fomos a terra da banana, passamos a ser a terra do gás e do petróleo e esse ano pela força da várzea podemos estar sendo a "terra da melância".
Talvez olhando a infinidade de possibilidades, do que podemos fazer com a melância quem sabe chegamos a ser a terra de alguma coisa mais sólida, que não se desmanche no ar como banana ou gás... caso contrário vamos sempre estar nos perguntando onde está o dinheiro? Onde está o dinheiro?
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