O Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) recebeu hoje (30) um filhote de peixe-boi apreendido pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente de Coari (distante 363 quilômetros por via fluvial de Manaus) há duas semanas. O animal é uma fêmea de aproximadamente três meses com 89,5 centímetros de comprimento e 12 quilos.De acordo com o fiscal da Secretaria Municipal de Meio Ambiente de Coari, Wagner Moreira, o filhote de peixe-boi estava amarrado pela calda a um pedaço de madeira nas margens do rio Solimões, comunidade São José do Mato Grosso, em Coari. O peixe-boi foi encontrado pelos fiscais após denúncia anônima.
A mãe do filhote de peixe-boi teria sido morta alguns dias antes da apreensão e, conforme relatos dos comunitários, a intenção do ribeirinho que mantinha o animal preso era vendê-lo para um viveiro. Leia mais.
Um comentário:
Lamento muito pelo fato,os dois lados saem perdendo, o que mantinha o animal matou a mae para sobreviver,por outro lado, a cada dia o nº dessa espécia diminui, mas será que o ribeirinho nao pode matar ou aprisionar um animal desses para sobreviver? já que o mesmo nao tem condições de se legalizar e ter um viveiro? sabemos que a carne é saborosa e que só está em extinçao por causa desse capitalismo que visa lucros,eles é que promoveram uma grande matança em anos passados,os restaurantes podem oferecer para os ricos e um pai de família nao pode oferecer para os seus? ainda bem que o animal é dificil de ser encontrado, por outro lado, só quem pode comer e vender sao os ricos os donos de viveiros, eles podem e o caboclo nao, pois a mídia diz que é ele o caboclo quem "acaba", gostaria que os ambientalistas e o governo vissem isso!!!!!!!!
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