quarta-feira, 12 de agosto de 2009

E a nossa educação?... Vai mal!

Dois posts sobre a pouco leitura do coariense, nesses últimos dias aqui no blog renderam diversos comentários. Os posts contataram uma realidade que é também nacional. Claro, esse tipo de média, não devemos querer para nós. Mais que de fato é uma realidade presente e sem perpectivas de mudança, uma vez que tanto a Seduc, como a Secretaria de Educação, órgãos responsáveis pela educação no município, não apresentam nenhum propotas que parecem mostrar um luz verde no fim do túnel.

Se estamos mal de leitura, essa crise também aparece no nosso sistema educacional. Não só por falta de leitura do coariense, mais principalmente por falta de um projeto educacional que tire nosso município dos pífios índices que estamos ostentando nesses últimos anos.

Não adianta querer uma boa educação para o município colocando gestores para estarem a frente das escolas sem passar por um concurso. É o concurso que vai dizer quais os professores que estão mais preparados para exercerem essa função.

Talvez o que mais prejudicou a educação, fazendo cair em muito os rendimentos, foi a perseguição de professores nesses últimos anos. Com um clima de insegurança, meio ditadura militar, poucos professores se sentiam a vontade, vendo colegas seus trocando de escolas, suspensos e sofrendo outras represálias.

Claro, por não aceitarem, por terem sido desvalorizados porque não tocavam a música de uma nota só, única e não entraram na dança, ficavam surpresos com as atitudes que foram sofrendo. Resultado, se criou uma situação indigesta e a qualidade caiu muito.

E para estarmos bem na educação, fazermos uma estrada de melhorias não é simples. Vai custar. Tem que mudar e mudar muito. Praticamente não acredito nessa mudança sem pressão. Não estou falando aqui de uma mudança de políticos, de política partidária. Estou falando de políticas públicas para a educação. De pressão de novas visões sobre essas políticas.

O movimento pela luta sindical dos professores, indo do municipal ao nacional, caiu na armadilha de que a mudança vinha assumindo política partidária. Já devia ter percebido que o caminho não é por aí.

A mudança no sentido político deve existir, mais não partidária, e sim como estão fazendo
representantes estudantis em Manaus, reivindicando, durante audiência pública realizada na Assembleia Legislativa do Estado (ALE), melhorias no ensino e da qualidade do material didático oferecido nas escolas, e também pediram a solução de problemas como filas nos postos do Sinetram para o recadastramento e compra dos passes estudantis. Leia mais.

Não quero ser palavra única, mais abrir espaços para a discursão, aqui no blog ou outro tipo de espaços!

6 comentários:

Anônimo disse...

Pe. Zezinho, sou leitor assiduo do seu blog, lí aquele caso do curso de turismo, é lamentável como esse povo gsta mal, o que Coari tem a mostrar está no blog do Garoto 2012, é só ver aquelas fotos que mostram perfeitamente o que esse grupo fez pelo municipio, ruas esburacadas, pontes quebradas, pontes virtuais, orla da cidade e tem mais, tem um blog cobrando os pretensos candidatos que nada fizeram por Coari, se que uma obra, é mole reverendo, um abraço.

Anônimo disse...

Engraçado padre zezinho acho que o senhor ta muito mal informando, procure conhecer a realidade de nossas escolas.Outra coisa a culpa não é só das gestoras não são elas que estão em sala de aula.Se nossos professores trabalhassem os conteudos em vez de fazerem politica partidaria em sala de aula, concerteza a educação estaria melhor.....

Anônimo disse...

VAI CUIDAR DOS FIEIS EM VEZ DE FICAR SE METENDO EM OUTROS ASSUNTOS, SEU INVEJOSO.RRRR

Anônimo disse...

PADRE POR FAVOR PARE DE FALAR EM POLITICA NAS MISSAS AOS DOMINGOS, EU NÃO AGUENTO MAIS SUA FALA IRONICA DE CONTAR PIADINHAS VOU LHE DENUNCIAR PRO BISPO. BJS

Curico disse...

Acho, Padre, que os puxa-sacos anonimos de plantão se sentem ofendidos quando se fala da realidade. O debate é saudável, pena que há muita gente que não deseja fazê-lo. E, um capítulo deve ser dedicado ao gestores de escolas. Todos sabem, inclusive eles mesmos, que não estão assumindo o cargo e sim por subserviência, são apenas cabos eleitores para atuarem de forma sistemática e intransigente na defesa politicagem praticada em Coari. E não adianta culpar os professores, se quem está no comando não competência para tal. Continue Padre, abraços

Geralda Mendes disse...

Quem não tem coragem de colocar seu nomes nos cometarios que fazem, não deve críticar ninguém porque não tem coragem e nem capacidade de enchergar, visão não ficou pra todos só alguns tem essa capacidade.